Sorocaba (SP) - 12/01/2017

DRZ apresenta prognóstico da coleta seletiva, em audiência pública


As diretrizes para a universalização da coleta seletiva foram apresentadas à população, em audiência pública.


Catadores de cooperativas participaram da audiência pública.

Hoje, apenas 12% das residências de Sorocaba (SP) são atendidas pelo serviço de coleta seletiva. Das 15 mil toneladas/mês geradas de resíduos passíveis de reciclagem, somente 1.800 toneladas são recicladas. O produto "Metas, projetos, ações e programas", do Plano de Coleta Seletiva, apresentado pela equipe DRZ, em audiência pública, traz as diretrizes para a universalização do serviço, em 20 anos. 

A ampliação da coleta seletiva deverá ocorrer gradativamente. Em até três anos, a meta é dobrar a quantidade coletada e fazer a inclusão de cooperativas de catadores; no prazo de 9 a 14 anos, deve-se ter atingindo 75% da quantidade passível de reciclagem e de 15 a 20 anos, deve-se chegar aos 100%.

Para isso, este produto apresenta, entre outros: alguns modelos de gestão que podem ser adotados pelo poder público para tornar o serviço mais eficiente; metas de redução da geração de resíduos; ações preventivas e corretivas para situações como enchentes, incêndio, entre outras, que provoquem paralisação do serviço; definição e responsabilidades na coleta seletiva desde o cidadão até o poder público e fabricantes e comerciantes de resíduos especiais; sistema de cálculo dos custos da prestação dos serviços coleta seletiva.

"Fizemos também um detalhamento das estruturas e condições de operação da coleta seletiva", explica Aila Theodoro, analista ambiental da DRZ. Para isso, foram avaliadas as cooperativas de reciclagem e verificado o potencial de atuação de cada uma. "Elas estão operando abaixo do potencial que podem atingir, mostramos quais os problemas e quais as medidas necessárias para que alcancem todo o potencial." 

 

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