Maringá (PR) - 28/11/2016

Como implantar a gestão pública inteligente? Diretor da DRZ dá a resposta em congresso de Cidades Digitais


"Não é preciso ser especialista em Smart City, mas sim ter espírito inovador e persistir", diz Rezende.


Américo Bernardes, diretor do Departamento de Inclusão Digital do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, falou das ações do governo federal.


Joaquim Costa Júnior, diretor do Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS (DEMAS), do Ministério da Saúde, falou sobre prontuário eletrônico.

São tantas as informações sobre tecnologias e seus usos para tornar a gestão pública inteligente, que uma das primeiras perguntas que surgem é: "Por onde começar?" O diretor-presidente da DRZ Geotecnologia e Consultoria e diretor estratégico da Maptriz - Smart City, Agostinho de Rezende, respondeu esta pergunta em sua participação no 4º Congresso Paranaense de Cidades Digitais, promovido pela Rede de Cidades Digitais (RCD), em parceria com a Prefeitura de Maringá, nos dias 24 e 25 de novembro.

 "Foram muitas as apresentações sobre as tecnologias e seus usos para a gestão pública inteligente, o que é muito importante. Mas, uma das questões que chegaram até mim foi a de gestores públicos questionando como iniciar este processo", diz Rezende. A mola mestra é o gestor público ter espírito inovador e empreendedor. A partir daí, segundo ele, devem ser seguidos alguns passos importantes. Primeiro: ter um grupo de trabalho, que não precisa ser especialista em Smart City, mas ter compromisso com a aplicação de tecnologias para tornar sua cidade uma Cidade Inteligente, e persistir nesta meta. Segundo: ter planos e metas bem definidos, e trabalhar para cumprir cada um deles. Terceiro: ter profissionais qualificados. Quarto: o Município precisa disponibilizar tecnologia, internet. Quinto: precisa disponibilizar recursos, investir neste processo para que ele se concretize. É preciso definir um determinado valor a ser investido anualmente para alcançar o município inteligente.

O objetivo principal do evento, foi justamente, segundo o diretor da RCD, José Marinho, oferecer subsídios aos gestores públicos eleitos, para que iniciem este processo. Por isso, além de apresentar as mais diversas tecnologias, as falas que nortearam o passo a passo para que isso ocorra e o acesso a projetos nacionais e estaduais e da iniciativa privada foram bastante esclarecedoras para os participantes. O diretor do Departamento de Inclusão Digital do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Américo Bernardes; o diretor do Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS (DEMAS), do Ministério da Saúde, dr. Joaquim Costa Júnior, e o coordenador de Ciência e Tecnologia do Paraná, Evandro Razzoto, apresentaram as políticas públicas desenvolvidas para a gestão pública inteligente.

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